Solo, Magnífico regresso *****
29 de August 2008
Nuno Catarino, Público, 4 de Julho 2008
Magnífico regresso
O pianista regressa ao jazz com uma regravação solitária dos seus standards.
*****
António Pinho Vargas está de regresso. Pegando nas suas velhas composições aventura-se em regravações em formato piano solo. O que há de novo? À partida nada. E, na verdade tudo.
(...) Os velhos temas transfiguram-se, concentram-se na essência da melodia e as improvisações de Pinho Vargas (por vezes contidas, outras vezes alongadas) são veículos de uma rara luminosidade.
(...) E se a linguagem é um factor importante na análise desta música, há que reconhecer que as composições serão ainda mais determinantes na construção da individualidade que caracteriza esta música. Pinho Vargas é um compositor com um sentido da melodia certeiro e, entre os dois discos que constituem este "Solo" são raros os temas que não têm o poder de entusiasmar. É verdade que isto não é novidade para ninguém mas, particularmente os dois temas com dedicatória a músicos - "Tom Waits" e "June" (Tabor) - são de uma impressionante precisão pop.
(...)
Talvez só possamos avaliar a dimensão deste projecto com a audição consecutiva dos quatro CD's, espécie de "obra completa" revista. Para já ficamos a conhecer uma parte dos standards Pinho Vargas em novas versões próximas da imortalidade.
Com este brilhante regresso o pioneiro do jazz português reclama um merecido lugar no trono e vem lembrar-nos que, antes de Bernardo Sassetti e de João Paulo, há um excelente pianista com que temos de (voltar) a contar.
Nuno Catarino,
Público, 4 de Julho 2008
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O pianista regressa ao jazz com uma regravação solitária dos seus standards.
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António Pinho Vargas está de regresso. Pegando nas suas velhas composições aventura-se em regravações em formato piano solo. O que há de novo? À partida nada. E, na verdade tudo.
(...) Os velhos temas transfiguram-se, concentram-se na essência da melodia e as improvisações de Pinho Vargas (por vezes contidas, outras vezes alongadas) são veículos de uma rara luminosidade.
(...) E se a linguagem é um factor importante na análise desta música, há que reconhecer que as composições serão ainda mais determinantes na construção da individualidade que caracteriza esta música. Pinho Vargas é um compositor com um sentido da melodia certeiro e, entre os dois discos que constituem este "Solo" são raros os temas que não têm o poder de entusiasmar. É verdade que isto não é novidade para ninguém mas, particularmente os dois temas com dedicatória a músicos - "Tom Waits" e "June" (Tabor) - são de uma impressionante precisão pop.
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Talvez só possamos avaliar a dimensão deste projecto com a audição consecutiva dos quatro CD's, espécie de "obra completa" revista. Para já ficamos a conhecer uma parte dos standards Pinho Vargas em novas versões próximas da imortalidade.
Com este brilhante regresso o pioneiro do jazz português reclama um merecido lugar no trono e vem lembrar-nos que, antes de Bernardo Sassetti e de João Paulo, há um excelente pianista com que temos de (voltar) a contar.
Nuno Catarino,
Público, 4 de Julho 2008
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Outro Fim e Step by Step, Drumming CDs 2014
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2. Rui Branco, Jornal de Notícias, 6-11-2009
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Um ciclo de discos a solo que abre novos caminhos
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2008
Graffiti [just forms], Six Portraits of Pain, Acting Out, A dor e a angústia em retratos musicais por Cristina Fernandes
Cristina Fernandes, Ypsilon, p.36, Público, 10 de Outubro 2008
A dor e a angústia em retratos musicais
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Selos e Borboletas - O DISCO - Sons, aromas e outros voos
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A INCONTESTÁVEL MELANCOLIA - António Pinho Vargas, Os Jogos do Mundo
RAUL VAZ BERNARDO, Expresso
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Desenvolvido por Luis_Pinto @ Cowork, Design Carlos Pinto
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