Solo Rui Branco, JN, Julho, 2008
29 de August 2008
Ao fimde 12 anos, António Pinho Vargas resolveu sair do seu casulo de música erudita contemporânea para soltar o criador e
improvisador de pradarias jazzísticas que esteve adormecido durante tanto tempo.
Para qualquer pianista gravar um álbum a solo é algo que está sempre no seu horizonte. Mas uma coisa é investir em composições de inequívoco estatuto, como os intérpretes de música clássica, outra é apostar nos seus originais e,ainda por cima, em dose dupla. Em boa hora, António Pinho Vargas surge com este "Solo", gravado durante três dias no pequeno auditório do Centro Cultural de Belém, em Dezembro do ano passado.
Aqui revisita temas dos álbuns de jazz que deixou no passado, com todosos sintomas de umdisco da ECM: tem o ambiente, o conteúdo e é tocado por um grande músico.
Sonoridade diversa
O pianista e compositor não quer catalogar "Solo" como proposta de jazz e, se calhar, tem razão. Para além dos fluidos jazzísticos há muita sonoridade dispersa a navegar entre os seus dedos .Há momentos que nos deixam colados ao sofá lá de casa. Há muita melancolia. As suas improvisações estão carregadas de um indefinível sentimento português.
E há ainda outro aspecto particular: a maioria dos temas estão vivos no nosso inconsciente e é om prazer redobrado que fruímos as novas abordagens ("TomWaits", "Fado negro", "La Corazon", "June", "DinkyToys", entreoutros).
Vargas intitulou os discos como "Imperfeições 1" e "Imperfeições 2". Os próximos capítulos, "Imperfeições 3" e "Imperfeições 4" estão anunciados para o próximo ano. Ficamos à espera.
Rui Branco, JN, Julho, 2008
improvisador de pradarias jazzísticas que esteve adormecido durante tanto tempo.
Para qualquer pianista gravar um álbum a solo é algo que está sempre no seu horizonte. Mas uma coisa é investir em composições de inequívoco estatuto, como os intérpretes de música clássica, outra é apostar nos seus originais e,ainda por cima, em dose dupla. Em boa hora, António Pinho Vargas surge com este "Solo", gravado durante três dias no pequeno auditório do Centro Cultural de Belém, em Dezembro do ano passado.
Aqui revisita temas dos álbuns de jazz que deixou no passado, com todosos sintomas de umdisco da ECM: tem o ambiente, o conteúdo e é tocado por um grande músico.
Sonoridade diversa
O pianista e compositor não quer catalogar "Solo" como proposta de jazz e, se calhar, tem razão. Para além dos fluidos jazzísticos há muita sonoridade dispersa a navegar entre os seus dedos .Há momentos que nos deixam colados ao sofá lá de casa. Há muita melancolia. As suas improvisações estão carregadas de um indefinível sentimento português.
E há ainda outro aspecto particular: a maioria dos temas estão vivos no nosso inconsciente e é om prazer redobrado que fruímos as novas abordagens ("TomWaits", "Fado negro", "La Corazon", "June", "DinkyToys", entreoutros).
Vargas intitulou os discos como "Imperfeições 1" e "Imperfeições 2". Os próximos capítulos, "Imperfeições 3" e "Imperfeições 4" estão anunciados para o próximo ano. Ficamos à espera.
Rui Branco, JN, Julho, 2008
Other Critics about SOLO
Records
2014
Outro Fim e Step by Step, Drumming CDs 2014
Critica de Maria Augusta Gonçalves publicada no Jornal de Letras, Julho 2014
2009
SOLO II: mais críticas
1. Manuel Falcão, Jornal de Negócios, 6-11-2009
2. Rui Branco, Jornal de Notícias, 6-11-2009
2. Rui Branco, Jornal de Notícias, 6-11-2009
2009
SOLO II
Diário de Noticias , Nuno Galopim
Um ciclo de discos a solo que abre novos caminhos
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2008
Graffiti [just forms], Six Portraits of Pain, Acting Out, A dor e a angústia em retratos musicais por Cristina Fernandes
Cristina Fernandes, Ypsilon, p.36, Público, 10 de Outubro 2008
A dor e a angústia em retratos musicais
Três obras fundamentais de António Pinho Vargas
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Três obras fundamentais de António Pinho Vargas
2008
Graffiti [just forms], Six Portraits of Pain, Acting Out, O pensamento e o seu choque por Maria Augusta Gonçalves, JL, Novembro
2008
Selos e Borboletas - O DISCO - Sons, aromas e outros voos
Viriato Teles, in O Jornal
2008
Sobre CD "Monodia" EMI Classics -1995, Miguel Sobral Cid
Miguel Sobral Cid, in Expresso
2008
JAZZI METAL - CONTEMPORARY MUSIC FOR BRASS ENSEMBLE in Jornal de Letras, 21-1-2004. Crítica ao CD "Jazzi Metal - Contemporary Music For Brass Ensemble
2008
Os Dias Levantados - DO TEMPO QUE FOI NO TEMPO QUE É
Augusto M. Seabra, in Público
2008
Os Dias Levantados - ABRIL, A SUBSTÂNCIA DO TEMPO
Maria Gonçalves de Sousa, in JL
2008
A INCONTESTÁVEL MELANCOLIA - António Pinho Vargas, Os Jogos do Mundo
RAUL VAZ BERNARDO, Expresso
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Desenvolvido por Luis_Pinto @ Cowork, Design Carlos Pinto
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